
Rio - A primeira violência do MST – e que vale como confissão de suas intenções – é a ilegalidade: o MST não tem registro, endereço, nem responsáveis. Age, promove invasões, recebe dinheiro do governo Lula (mais de R$ 100 milhões) através de Ongs “laranjas”, que lhes repassam as verbas com notas fiscais falsas e sustentam dirigentes que viajam pelo Brasil e outros países.
Aliás, a própria denominação “Movimento dos Sem Terra” é apenas uma marca de fantasia para aproveitar a simpatia pela reforma agrária, como ficou demonstrado com a depredação do laranjal da Cutrale, em São Paulo: em vez de ocupar a fazenda para dividi-la entre os “sem-terra”, preferiram destruir a plantação para dar prejuízo à indústria exportadora de sucos.
O lógico, se a intenção fosse a reforma agrária, seria assentar os trabalhadores rurais em lotes já produzindo laranja e que renderiam mais do que se produzissem grãos ou hortifrutigranjeiros. Não há duvida de que o MST, como as Farcs, da Colômbia, que começou como organização revolucionária e acabou como cartel de cocaína, pode ter começado como projeto político ideológico.
O governo entregou o comando Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Incra e a diretoria de biocombustíveis da Petrobras a pessoas indicadas pelo MST e que arranjam formas de repassar dinheiro público às tais ONGs “laranjas”.
Por essas e por outras que não só defendemos, como foi o Democratas o responsável pela instalação da CPI que vai investigar o MST. A impunidade e o apoio ao MST – e violência gera insegurança e terror tanto no campo como na cidade — reduz a capacidade do governo de enfrentar o crime organizado no Rio.
Fonte: O DIA online
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