sábado, 1 de novembro de 2014

A solução é economizar! a falta do liquido precioso é eminente!

Barragem Armando Ribeiro está com 36% de sua capacidade

Aos poucos, os principais reservatórios do Rio Grande do Norte estão atingindo seus níveis mais críticos. A maioria está com menos de 50% de sua capacidade. A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório de água doce do Estado, está com apenas 36,37% de sua capacidade total, de acordo com os dados da última medição, feita nesta quinta-feira, 29. O reservatório é responsável pelo abastecimento de água de diversos municípios do interior do RN e a situação preocupa moradores e autoridades. A situação se mostra mais grave ainda na barragem de Pau dos Ferros, onde o nível do reservatório está com apenas 3,86%. Ainda na região Oeste, o açude de Lucrécia que abastece a cidade homônima e também outros municípios da região como a cidade de Martins, encontra-se com apenas 5,9% de sua capacidade. Outros reservatórios de menor capacidade já não têm mais água e a população de muitos municípios da região depende de carros-pipas. Açudes como Apanha-Peixe em Caraúbas e Pilões chegaram ao nível morte e a água que ainda resta não serve para o consumo humano. A situação se mostra ainda mais complicada nos municípios da região do Seridó. O açude Itans, maior reservatório seridoense, localizado na cidade de Caicó, responsável pelo abastecimento de grande parte da população e também de outras cidades está com apenas 9,75% de sua capacidade. Outra situação que preocupa é com relação à barragem Passagem das Traíras, construída para garantir o abastecimento das cidades de Jardim do Seridó, São José do Seridó e zona norte de Caicó. Mas sem chuvas, a situação já é de calamidade total no reservatório. Dos 49 milhões, 702 mil e 394 metros cúbicos d’água, hoje o volume atual é de apenas 3,37%, o equivalente a 1 milhão, 677 mil e 63 metros cúbicos. A situação dos outros reservatórios da região também é preocupante, como mostra as medições apresentadas pela Secretaria de Estado e Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte (SEMARH) e também pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS).
Fonte: Defato